terça-feira, 4 de dezembro de 2007

SITUACIONALIDADES DOS CELULARES

Ontem estava assistindo, de novo, o filme Cassino Royalle [007 - James Bond] para confirmar algumas suspeitas. Todas as ações do espião, bem como dos vilões, gira em torno dos celulares. Tudo, desde de simples contatos de voz, passando por mensagens, espionagem, detonação de bombas, etc. No início do filme, Bond persegue, implacável, um suspeito, entre tanta correria, perde-se tudo desde armas até camisas, mas o celular não. Ele está lá quase que colado ao corpo. Mas o que mais me intrigou foi em uma das cenas em que 007 usa de seu celular para encontrar determinado endereço, não que isso seja novidade, mas a qualidade das informações que surgiam eram claríssimas. Ele estava conectado a um mapa visualizado na tela do aparelho.
Da ficção a realidade: vejam:

O Google anunciou nesta semana o lançamento da nova versão do Google Maps para telefone celular.Ainda em caráter experimental, o serviço apresenta a tecnologia "My Location" (minha localização), que permite ao usuário encontrar estabelecimentos na vizinhança do local onde ele se encontra. A funcionalidade é possível, pois o recurso baseia-se em informações geradas por torres de telefonia celular próximas à localização do dono do aparelho.Para baixar o Google Maps móvel, basta acessar o site oficial a partir do desktop ou de seu dispositivo móvel.

Fonte: www.jornalistasdaweb.com.br

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Da nova sensibilidade artificial - Maria Teresa Cruz

Texto da Professora Maria Teresa Cruz, da Universidade Nova de Lisboa. É interessante acompanhar como a autora passa por vários temas e autores que estamos tratando no curso, particularmente as articulações entre os sentidos do tato e da visão, as sensorialidades emergentes a partir do encontro dos corpos com novos aparatos tecnológicos e autores que estamos trabalhando como Benjamin e McLuhan.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Acerca de Giovanni Piana

O trabalho de Giovanni Piana fornece um material contundente para os estudos materiais da comunicação, no que este trabalho restaura o papel do que ele chama determinações fenomenológico-estruturais da experiência.
Apesar destas determinações não se confundirem com o dado material de fato, elas dão conta da "forma de aparecer" deste dado material, considerando que há uma implicação entre este dado e sua aparência, em outras palavras, entre estímulo e sensação.

No mais há dois posts neste blog acerca do trabalho de Piana que podem ser consultados, no intuito de enriquecer a discussão.
Um pequeno resumo aqui:

tecnosensorial.blogspot.com/2007/05/uma-filosofia-do-som.html

E uma proposta de discussão com a visualidade (nosso próximo módulo) feita pela Ana Erthal aqui:

http://tecnosensorial.blogspot.com/2007/04/filosofia-da-msica.html

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

domingo, 21 de outubro de 2007

Em que medida a Arte interessa aos estudos materiais da comunicação?

Em que medida a Arte interessa aos estudos materiais da comunicação?

Esta foi a pergunta lançada pelo professor Vinícius em um de nossos primeiros encontros. Não apenas como provocação momentânea, mas como algo a se manter em mente durante todo o percurso do semestre.

É uma pergunta capciosa, na medida em que ela própria, e a atitude com que foi perguntada, nos revela a própria importância da questão. É no contexto “arte” que grande parte das experiências discutidas em sala de aula, dos textos de Benjamin às vivências de novos meios de expressão, se perfazem enquanto fenômenos. Afinal, a arte não foi sempre o lugar de um encontro entre uma dimensão inteligível com um sensível que necessariamente passa por uma matéria (matéria plástica do objeto, tela ou som; ou ainda o corpo do observador) para sua expressão?

A pergunta parece querer se referir a um outro objeto. Não a arte enquanto um conjunto de atividades que guardam alguma “semelhança de família” entre si. Mas a própria conceituação de arte enquanto uma atividade eminentemente simbólica de revelação de um oculto. Mais uma vez nos parece que a resposta está embutida de alguma maneira na pergunta: Em que medida o conceito de arte ainda interessa aos estudos materiais da comunicação?

Interessar aqui pode ter vários significados. A pergunta pode se referir ao conceito de arte enquanto objeto de investigação dos estudos materiais da comunicação. Ou ainda pode querer perguntar como a manutenção de um conceito tal como arte pode influenciar ou não os objetos próprios deste estudo. Das duas formas a questão permanece como questão. Ao mesmo tempo em que o próprio ato de fazê-la desloca o papel deste conceito em toda a discussão. “Arte” passa a não ser mais uma palavra estável, usada indiscriminadamente na discussão, após uma tal pergunta.

Parece que o que aqui se insinua é uma tentativa de redução. Reduzir da arte os processos simbólicos, concentrando-se nos dados materiais que são ali postos em jogo. Neste sentido, a arte passa a ser um objeto de estudo como qualquer outro: a publicidade, os games, a arquitetura, não necessariamente a mais “artística” (tal como bem explicitada pelo Vinícius). Mas também o que chamamos de arte tem seu papel neste processo, como um lugar de experimentação com o sensível e o corpóreo.

Aqui se abre propriamente a dimensão problemática da questão, que torna-se não Em que medida a arte ou o conceito de arte interessa aos estudos materiais da comunicação?, mas, Em que a arte se diferencia de outras atividades que são também objetos dos estudos materiais da comunicação? Ou ainda: Existe aplicabilidade para o conceito de arte dentro das atividades que são objeto dos estudos materiais da comunicação?

Talvez não haja resposta precisa a esta pergunta. Da mesma maneira talvez não haja resposta precisa à questão sobre o que é a arte. Mas a pergunta permanece importante, não tanto pela sua possível resposta, mas pelo seu efeito. Neste sentido, interessa aos estudos materiais da comunicação perguntar em que medida a arte interessa aos estudos materiais da comunicação. E esta talvez seja a resposta.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

O meio é a mensagem ou... O prazer.

Celular + Bluetooth = Novas sensorialidades.
Para o homem o poder... Para a mulher o ... Prazer, segundo a publicidade do brinquedinho.

Conheçam o the toy:



Novos usos, novas sensações a cada mensagem sms. Veja lá:

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

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