quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Ver sem os Olhos - por João Faraco
Essa é a primeira parte do documentário. Aqui estão as outras 2,3,4,5
Postado por OMAGAD, no blog Design e Comunicação Multisensorial
Efeito Mozart
Efeito Mozart é um termo cunhado por Alfred A. Tomatis para um alegado aumento no desenvolvimento cerebral que ocorre em crianças com menos de 3 anos, quando elas ouvem música de Wolfgang Amadeus Mozart.A idéia do Efeito Mozart surgiu em 1993 na Universidade da Califórnia, em Irvine, com o físico Gordon Shaw e Frances Rauscher, uma expert em desenvolvimento cognitivo. Eles estudaram os efeitos sobre algumas dúzias de estudantes universitários de escutar aos primeiros 10 minutos da Sonata Para Dois Pianos em Ré Maior (K.448) de Mozart. Eles encontraram um melhoramento temporário do raciocínio espaço-temporal, conforme medido pelo teste Stanford-Binet de QI. Ninguém mais foi capaz de reproduzir seus resultados.
Shaw e Rauscher causam polêmica, enaquanto faturam alto com os produtos dos seu Innstituto M.I.N.D.(http://www.mindinst.org/), insistindo que a música de Mozart pode criar uma série de afetações no cérebro capaz de melhorar o desempenho cognitivo de humanos e, mesmo, de ratos. Vcs já devem ter ouvido falar em fazendeiros que põem música clássica para as vacas produzirem mais leite... Excessos à parte, o cerne da questão em jogo é o mesmo que estamos pesquisando: até que ponto os meios de comunicação e a expressão específica de seus produtos tais como filmes, música, games etc, são capazes de afetar nossos sentidos, cognição e comunicação? Sugiro uma olhada neste site que aborda o efeito Mozart e neste outro o Música( link), cujo propósito é compliar uma série de estudos sobre a relação da música e seus efeitos no cérebro
Por quê só cinco sentidos?
Imagine se tivéssemos o sentido wireless. As pontas de nossos dedos poderiam ser leds verdes e conforme a recepção eles iriam se acendendo para indicar a intensidade do sinal - nada original, isso tem no “I'm a cyborg but that's ok”, do Chan-Wook Park, e qualquer um pode comprar uma camiseta Wi-Fi por US$ 30 e ficar piscando por aí nas ruas.
Morcegos ouvem freqüências que estão fora do nosso alcance auditivo. Baleias têm o sentido do sonar apurado. Tartarugas sentem o campo magnético da terra. E por que nós, humanos, temos somente cinco sentidos? Que outros sentidos humanos estariam adormecidos em nós, ou que poderiam simplesmente ser aprendidos?
O cientista Peter König, da Universidade de Osnabrück, na Alemanha, desenvolveu um cinto que estimula o “sentido cardeal”. Ele é usado como qualquer outro cinto, embora seja largo e cheio de fios, possui 13 pequenos vibradores elétricos e um sensor que detecta o campo magnético da Terra. O vibrador que aponta para o norte não vibra. Udo Wätcher usou o cinto durante seis semanas. No começo achou muito estranho, mas em pouco tempo já tinha criado um mapa mental da cidade, dos lugares que freqüentava, e sempre sabia encontrar um caminho para sua casa. Mesmo retirando o cinto para dormir, Wätcher sonhava com os pontos vibrando em sua cintura. Senso de direção não é um sentido inato para os humanos, mas para König ele pode ser aprendido. Depois de retirar o cinto, Wätcher disse que se sentiu perdido. Em alguns momentos ele sentia até uma vibração fantasma. Seu cérebro havia sido remapeado na expectativa daquele input.
Numa outra tentativa de criar extra-sentidos para a humanidade, uma equipe de cientistas da Universidade de Wisconsin, inspirada nos estudos iniciados por Paul Bach-y-Rita, nos anos 80, criou um sensor com 144 minúsculos eletrodos que recebiam informações via pulsos elétricos e ficava localizado na boca. Este estudo foi realizado entre pessoas que tiveram problemas no ouvido, lesando o sentido periférico que temos nessa região – que é considerado nosso “quinto e meio” sentido. Os eletrodos desenhavam um quadrado na língua. Inicialmente, indicavam a direção – movendo-se para a direita ou para a esquerda, o quadrado movia-se para aquela direção. Posteriormente, para incrementar a experiência, eles passaram a transmitir mais informações para o sensor. Usando óculos com uma câmera instalada na haste, era possível caminhar em qualquer ambiente, com os olhos fechados, sem esbarrar em qualquer móvel ou parede. O desenho do ambiente era captado pela câmera e transferido para a língua. Quem testou achou desconfortável no começo, mas experimentou o esforço do cérebro em reconhecer o ambiente e criar um largo campo de visão. Como se fosse um radar.
Essas histórias e outras podem ser lidas na matéria Mixed Fellings, da Wired Magazine. Depois de vivenciar algumas pesquisas, o autor da matéria, Sunny Bains, concluiu que todo novo sentido experimentado hoje provém dos aparatos tecnológicos criados pela ciência e que os cientistas só matarão a charada dos extra-sentidos quando descobrirem como o cérebro processa a informação, mesmo que ela venha de “tipos diferentes de olhos”.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Este eletrodo realizou uma operação ilegal e será fechado

A companhia afirmou que o recurso permite uma avaliação alternativa aos métodos verbais tradicionais de autodescrição das interações homem-máquina, uma vez que "seres humanos são comumente fracos relatores de suas próprias ações".
sábado, 13 de outubro de 2007
Se meu hardware falasse...

quarta-feira, 12 de setembro de 2007
GAMES MÓVEIS
Segundo informações do site britânico Pocket Gamer, o chefe da área de jogos da Sony Ericsson, Peter Ahnegard, diz que um telefone com a marca PlayStation pode ser lançado ainda no Natal deste ano. Como o nome pode sugerir, o telefone da Sony será mais voltado para entretenimento, apesar das muitas funcionalidades que deve carregar. Segundo Ahnegard, jogos são provavelmente a área de conteúdo mais madura que existe hoje em dia no ramo móvel e a Sony Ericsson tem sempre procurado refletir isso.
Em http://noticias.click21.com.br/artigo_53465.html
Referência:
BENJAMIN, Walter (1989). Obras Escolhidas III. Charles Baudelaire: Um Lírico no Auge do Capitalismo. São Paulo: Brasiliense.